Perda de memória, desorientação e mudanças bruscas de humor estão entre os oito sintomas mais frequentes que podem indicar a doença de Alzheimer, segundo especialistas. Embora os sinais se manifestem com maior frequência após os 65 anos, casos em pessoas mais jovens, inclusive a partir dos 30, não são descartados quando há histórico familiar.
Principais sintomas
Os indícios que merecem atenção incluem:
1. Perda de memória;
2. Dificuldade em executar tarefas cotidianas;
3. Desorientação em tempo ou lugar;
4. Problemas de linguagem;
5. Repetição de conversas ou ações;
6. Troca de objetos de lugar;
7. Mudanças repentinas de humor ou personalidade;
8. Desinteresse por atividades habituais.
Ao perceber qualquer um desses sinais, a orientação é procurar um neurologista ou psiquiatra para avaliação detalhada e início precoce do tratamento, fundamental para retardar a progressão da doença.
Teste on-line
Um questionário eletrônico gratuito permite avaliar rapidamente o risco de Alzheimer. A ferramenta serve apenas como orientação inicial e não substitui consulta médica.
Sintomas por fase da doença
Fase inicial: dificuldade para lembrar fatos recentes, desorientação em locais conhecidos, indecisão em tarefas simples, repetição de perguntas, perda de interesse por atividades usuais e alterações de comportamento, como irritabilidade ou ansiedade.
Fase moderada: problemas para cozinhar ou manter a higiene pessoal, falhas na comunicação verbal, desorientação dentro de casa, alucinações, perda de controle de impulsos, desconfiança constante e alterações do sono.
Imagem: Internet
Fase avançada: incapacidade de registrar novas memórias, dificuldade para reconhecer familiares, incontinência urinária e fecal, problemas para engolir, comportamentos inadequados, perda de mobilidade e necessidade total de cuidados diários.
Diagnóstico
A confirmação do Alzheimer envolve consulta com geriatra ou neurologista, exame clínico, ressonância magnética, tomografia computadorizada, análises de sangue e testes cognitivos como Mini Exame do Estado Mental, Token Teste, Teste do Relógio e avaliação de fluência verbal.
Tratamento
Não há cura para a doença, mas medicamentos como a memantina ajudam a reduzir sintomas. Fisioterapia e estimulação cognitiva completam a abordagem terapêutica. A longo prazo, a pessoa tende a depender de cuidadores para atividades básicas, como alimentação e higiene.
Com informações de Tua Saúde

