Rico em ômega 3, 6 e 9, proteínas, astaxantina e selênio, o salmão reúne 11 benefícios cientificamente reconhecidos, segundo levantamento do portal Tua Saúde. Entre as vantagens estão manutenção da massa muscular, proteção cardiovascular, cuidado com a pele, redução de processos inflamatórios e melhora do humor.
Principais benefícios listados
O consumo regular do peixe contribui para: manter e aumentar a massa muscular; prevenir doenças cardíacas; cuidar da pele; diminuir inflamações; fortalecer o sistema imunológico; evitar doenças neurodegenerativas; regular a tireoide; melhorar o humor; reduzir risco de câncer; prevenir osteoporose e proteger a saúde ocular.
Diferenças entre salmão selvagem e de cativeiro
Duas categorias dominam o mercado. O salmão selvagem (ou do Pacífico) apresenta maior teor de proteínas e menos calorias e gordura saturada. Já o criado em cativeiro (ou do Atlântico) contém mais ômega 3, porém o dobro de gordura saturada e níveis superiores de antibióticos e bifenilas policloradas (PCBs), compostos associados a problemas como diabetes tipo 2 e maior risco tumoral.
A cada 100 g cozidos, o salmão selvagem fornece 182 kcal, 25,4 g de proteínas e 1,26 g de gordura saturada. Na mesma porção, o peixe de cativeiro entrega 206 kcal, 22,1 g de proteínas e 2,4 g de gordura saturada. A quantidade de ômega 3 é levemente maior no peixe de criação: 2,50 g contra 2,31 g.
Porção recomendada e preparo
Nutricionistas orientam ingerir cerca de 85 g de salmão duas a três vezes por semana. O alimento pode ser consumido cru em ceviche, sashimi, tartar ou carpaccio, além de assado ou grelhado com ervas, acompanhando arroz, batatas ou legumes.
Imagem: Internet
Receitas sugeridas
O portal indica três preparações simples: salmão grelhado (posta temperada com sal, pimenta-do-reino e azeite, selada por oito minutos); sashimi (lombo fatiado com raspas de limão siciliano, opcionalmente servido com shoyu e gergelim) e tartar (cubos de peixe misturados a cebola roxa, mostarda de Dijon e maionese, servidos sobre torradas).
Dúvidas frequentes
O peixe não é classificado como “remoso”, pois contém gorduras benéficas e antioxidantes. Gestantes, crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas devem evitar o consumo cru para prevenir intoxicação alimentar, toxoplasmose e salmonelose.
Com informações de Tua Saúde

